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Silvicultura de plantaciones forestales comerciales
In: Ra Ximhai: revista científica de sociedad, cultura y desarrollo sustentable, S. 421-426
ISSN: 1665-0441
Ejigabwîn: A silvicultura na encruzilhada em Kitcisakik
In: Interethnic_372: revista de estudos em relações interétnicas, Band 18, Heft 2
ISSN: 2318-9401
A floresta se encontra no coração da paisagem cultural dos Anichinabés de Kitcisakik, no Canadá. Da mesma forma que para numerosas nações autóctones deste país, o território ancestral desta comunidade algonquina da Província do Quebec tem sido objeto de contínuas intervenções florestais desde o final do século xix. Para enfrentar esta problemática, o povo de Kitcisakik escolheu se envolver em um processo de pesquisa colaborativa, apoiado por um quadro de referência em educação ambiental. Esta iniciativa permitiu iniciar um diálogo intercultural tendo como objetivo definir os fundamentos de uma silvicultura mais bem adaptada ao contexto indígena. A pesquisa revelou o caráter identitário da floresta (nopimik) para os Anichinabés e a dimensão preocupante da silvicultura. A partir do sistema de representação anichinabé, elaboramos um quadro de cinco princípios (cultural, ético, educativo, ecológico e econômico) e de 22 critérios de silvicultura indígena. Esta proposta é analisada no contexto das mudanças normativas e legislativas implementadas no Quebec pela nova Lei sobre o ordenamento sustentável do território florestal e o reforço dos critérios de certificação florestal do Forest Stewardship Council (FSC).
Produção da extração vegetal e da silvicultura de fibras no Brasil
In: Revista de administração e negócios da Amazônia: RARA, Band 13, Heft 4, S. 121-140
ISSN: 2176-8366
Objetivou-se conhecer a produção do extrativismo vegetal da silvicultura de fibras no Brasil entre os anos de 2010 e 2019. Através de dados coletados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística- IBGE, e utilização de estatística descritiva na análise dos dados. As fibras avaliadas pelo IBGE no período de análise foram Mauritia flexuosa L. f., Copernica prunifera (Mill) H. E. Moore, Attalea funifera Martius e outras, o valor comercializado de fibras corresponde a um montante de R$ 821.065,00 mil reais no pais. Observou-se que as fibras têm ainda grande potencial a ser desenvolvido, e há um crescente aumento na utilização por diversos segmentos industriais, podendo se tornar matéria prima alternativa, por resultar em produtos menos agressivos ao meio ambiente. Ocupam papel importante no cotidiano das comunidades tradicionais amazônicas, pois, além de serem empregadas no dia a dia, são utilizadas como fonte de renda.
Referências
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Sector primario: régimen fiscal ; agricultura, ganadería, silvicultura y pesca
In: Regímenes fiscales
Notas Sobre Florestas no Brasil da Primeira República: Silvicultura, Preservação da Natureza e Agricultura
In: Fronteiras: journal of social, technological and environmental science, Band 4, Heft 1, S. 301
ISSN: 2238-8869
Este artigo se propõe a discutir os argumentos em prol da silvicultura e da preservação das florestas brasileiras - culminando na organização do Serviço Florestal durante a Primeira República. O presente artigo também visa analisar as preocupações com as mudanças climáticas. A análise que se segue desdobra-se no pensamento de acadêmicos, literatos, agricultores e estadistas baseados em uma documentação que envolve o Ministério da Agricultura, crônicas, revistas científicas e periódicos agrícolas. Nessa análise busca-se perceber como tais atores pensavam a proteção à natureza. Enfim, privilegia-se uma perspectiva teórica fundada na História Ambiental, sintonizando o trabalho com questões econômicas, políticas e culturais.Palavras chave: Patrimônio Natural; Agricultura; Silvicultura; Mudanças Climáticas.
Megaproyectos en el espacio agrario del Uruguay: el agronegocio de la silvicultura
In: Scripta Nova: revista electrónica de geografía y ciencias sociales
ISSN: 1138-9788
A Silvicultura Madeireira na Secretaria de Desenvolvimento Regional de Joaçaba – SDR de Joaçaba
In: Desenvolvimento em Questão, Band 13, Heft 29, S. 225
ISSN: 2237-6453
<p>Este trabalho discute as potencialidades para a silvicultura na área de abrangência da Secretaria de Desenvolvimento Regional de Joaçaba - SDR de Joaçaba, no estado de Santa Catarina. O objetivo deste estudo é analisar as potencialidades da produção da silvicultura madeireira na área de abrangência da SDR de Joaçaba. Para o desenvolvimento do presente estudo utilizou-se a pesquisa exploratória e descritiva com a abordagem qualitativa e quantitativa, e os procedimentos da pesquisa bibliográfica e documental. O estudo compreende os 13 municípios da região objeto deste trabalho. Os dados foram extraídos das bases do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE e complementados com dados de outros organismos públicos e organismos privados representativos do setor de silvicultura. Os estudos consistiram da análise dos históricos da produção de carvão, lenha e madeira em toras para papel e celulose e para diversas finalidades. Também explorou-se documentos de estudos das características dos solos para identificar as características dos solos da região. Os resultados indicam que em sete municípios as potencialidades se caracterizam como pouco atrativas para o desenvolvimento da silvicultura para produção de madeira e biomassa, em dois municípios há possibilidades de expansão moderada, em três municípios é possível um aumento expressivo da produção, e em um município com grande volume de produção não foi possível definir as tendências.</p>
Forestación, territorio y ambiente. 25 años de silvicultura transnacional en Uruguay, Brasil y Argentina
Llegaron de Estados Unidos, de España y de Escandinavia primero, del norte de Brasil y de Chile después; compraron enormes superficies de pradera en Uruguay, en la mesopotamia argentina y en Rio Grande do Sul; se presentan como pioneras de un manejo eficiente y sustentable de los recursos naturales y como modelos de una gestión productiva moderna y generosa con la mano de obra rural. Son empresas transnacionales productoras de madera y de pasta de celulosa, responsables en los últimos veinticinco años de una inédita expansión de la "forestación" en tierras de gauchos de a caballo dedicadas a ganadería extensiva hasta los años noventa. Desde los gobiernos y los lobbys agroindustriales se las presentan como prueba de que es posible atraer inversores extranjeros de gran porte sin abdicar la necesidad de controlar sus efectos territoriales y ambientales. Para otros son una de las actividades responsables de la profundización del modelo económico primario y agroexportador del Uruguay y de sus vecinos. Con un enfoque crítico que enlaza geografía e historia, Pierre Gautreau contribuye a un debate aparentemente simple: ¿qué aprenden la sociedad y el Estado del convivir con empresas transnacionales especializadas en la extracción de recursos naturales? Mediante una paciente investigación histórica de la implantación de la silvicultura industrial en la región platina, una deconstrucción de los discursos a su favor, y gracias a un abundante e inédito material cartográfico, se describe cómo las empresas madereras fueron acumulando un gran poder territorial. Con el foco sobre Uruguay, el libro aborda la realidad del sur de Brasil y del este de Argentina, con un enfoque comparativo que permite profundizar en la comprensión de los factores que, en cada país, facilitan o frenan el control social de los cambios territoriales y ambientales. En momentos en que Uruguay discute inéditos proyectos productivos transnacionales como la megaminería, la experiencia regional de la "forestación", por su anterioridad y duración, ofrece una inmejorable oportunidad para reflexionar acerca de los modelos de desarrollo adoptados en la América Latina de principios del siglo XXI. ; La région du Río de la Plata, située aux confins de l'Argentine, du sud du Brésil et de l'Uruguay, s'est transformée en un quart de siècle en un nouveau pôle de production de bois à destination des marchés européen, nord-américain et chinois. La construction de ce nouveau secteur a été l'œuvre d'entreprises transnationales et " translatines ", qui ont trouvé dans ces territoires de l'élevage extensif des conditions foncières, politiques et environnementales idéales durant les années 1990. Elles ont établi sur des terres d'herbages de vastes plantations d'eucalyptus et de pins, et organisé en enclaves leurs systèmes de production de bois et de pâte à papier. Par une analyse croisée des formes de régulation environnementale mises en place dans les trois pays, le livre interroge les formes d'apprentissage collectif développées par les sociétés de la région face à des acteurs extrêmement puissants. Selon une approche de Political Ecology, l'accent est mis sur les interactions entre les modes de territorialisation des entreprises sylvicoles, les conflits environnementaux générés, et la construction historique des savoirs écologiques, afin de rendre compte des processus-clés qui refaçonnent actuellement les représentations et les politiques de l'environnement de cette région.
BASE
Forestación, territorio y ambiente. 25 años de silvicultura transnacional en Uruguay, Brasil y Argentina
Llegaron de Estados Unidos, de España y de Escandinavia primero, del norte de Brasil y de Chile después; compraron enormes superficies de pradera en Uruguay, en la mesopotamia argentina y en Rio Grande do Sul; se presentan como pioneras de un manejo eficiente y sustentable de los recursos naturales y como modelos de una gestión productiva moderna y generosa con la mano de obra rural. Son empresas transnacionales productoras de madera y de pasta de celulosa, responsables en los últimos veinticinco años de una inédita expansión de la "forestación" en tierras de gauchos de a caballo dedicadas a ganadería extensiva hasta los años noventa. Desde los gobiernos y los lobbys agroindustriales se las presentan como prueba de que es posible atraer inversores extranjeros de gran porte sin abdicar la necesidad de controlar sus efectos territoriales y ambientales. Para otros son una de las actividades responsables de la profundización del modelo económico primario y agroexportador del Uruguay y de sus vecinos. Con un enfoque crítico que enlaza geografía e historia, Pierre Gautreau contribuye a un debate aparentemente simple: ¿qué aprenden la sociedad y el Estado del convivir con empresas transnacionales especializadas en la extracción de recursos naturales? Mediante una paciente investigación histórica de la implantación de la silvicultura industrial en la región platina, una deconstrucción de los discursos a su favor, y gracias a un abundante e inédito material cartográfico, se describe cómo las empresas madereras fueron acumulando un gran poder territorial. Con el foco sobre Uruguay, el libro aborda la realidad del sur de Brasil y del este de Argentina, con un enfoque comparativo que permite profundizar en la comprensión de los factores que, en cada país, facilitan o frenan el control social de los cambios territoriales y ambientales. En momentos en que Uruguay discute inéditos proyectos productivos transnacionales como la megaminería, la experiencia regional de la "forestación", por su anterioridad y duración, ofrece una inmejorable oportunidad para reflexionar acerca de los modelos de desarrollo adoptados en la América Latina de principios del siglo XXI. ; La région du Río de la Plata, située aux confins de l'Argentine, du sud du Brésil et de l'Uruguay, s'est transformée en un quart de siècle en un nouveau pôle de production de bois à destination des marchés européen, nord-américain et chinois. La construction de ce nouveau secteur a été l'œuvre d'entreprises transnationales et " translatines ", qui ont trouvé dans ces territoires de l'élevage extensif des conditions foncières, politiques et environnementales idéales durant les années 1990. Elles ont établi sur des terres d'herbages de vastes plantations d'eucalyptus et de pins, et organisé en enclaves leurs systèmes de production de bois et de pâte à papier. Par une analyse croisée des formes de régulation environnementale mises en place dans les trois pays, le livre interroge les formes d'apprentissage collectif développées par les sociétés de la région face à des acteurs extrêmement puissants. Selon une approche de Political Ecology, l'accent est mis sur les interactions entre les modes de territorialisation des entreprises sylvicoles, les conflits environnementaux générés, et la construction historique des savoirs écologiques, afin de rendre compte des processus-clés qui refaçonnent actuellement les représentations et les politiques de l'environnement de cette région.
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Forestación, territorio y ambiente. 25 años de silvicultura transnacional en Uruguay, Brasil y Argentina
Llegaron de Estados Unidos, de España y de Escandinavia primero, del norte de Brasil y de Chile después; compraron enormes superficies de pradera en Uruguay, en la mesopotamia argentina y en Rio Grande do Sul; se presentan como pioneras de un manejo eficiente y sustentable de los recursos naturales y como modelos de una gestión productiva moderna y generosa con la mano de obra rural. Son empresas transnacionales productoras de madera y de pasta de celulosa, responsables en los últimos veinticinco años de una inédita expansión de la "forestación" en tierras de gauchos de a caballo dedicadas a ganadería extensiva hasta los años noventa. Desde los gobiernos y los lobbys agroindustriales se las presentan como prueba de que es posible atraer inversores extranjeros de gran porte sin abdicar la necesidad de controlar sus efectos territoriales y ambientales. Para otros son una de las actividades responsables de la profundización del modelo económico primario y agroexportador del Uruguay y de sus vecinos. Con un enfoque crítico que enlaza geografía e historia, Pierre Gautreau contribuye a un debate aparentemente simple: ¿qué aprenden la sociedad y el Estado del convivir con empresas transnacionales especializadas en la extracción de recursos naturales? Mediante una paciente investigación histórica de la implantación de la silvicultura industrial en la región platina, una deconstrucción de los discursos a su favor, y gracias a un abundante e inédito material cartográfico, se describe cómo las empresas madereras fueron acumulando un gran poder territorial. Con el foco sobre Uruguay, el libro aborda la realidad del sur de Brasil y del este de Argentina, con un enfoque comparativo que permite profundizar en la comprensión de los factores que, en cada país, facilitan o frenan el control social de los cambios territoriales y ambientales. En momentos en que Uruguay discute inéditos proyectos productivos transnacionales como la megaminería, la experiencia regional de la "forestación", por su anterioridad y duración, ofrece una inmejorable oportunidad para reflexionar acerca de los modelos de desarrollo adoptados en la América Latina de principios del siglo XXI. ; La région du Río de la Plata, située aux confins de l'Argentine, du sud du Brésil et de l'Uruguay, s'est transformée en un quart de siècle en un nouveau pôle de production de bois à destination des marchés européen, nord-américain et chinois. La construction de ce nouveau secteur a été l'œuvre d'entreprises transnationales et " translatines ", qui ont trouvé dans ces territoires de l'élevage extensif des conditions foncières, politiques et environnementales idéales durant les années 1990. Elles ont établi sur des terres d'herbages de vastes plantations d'eucalyptus et de pins, et organisé en enclaves leurs systèmes de production de bois et de pâte à papier. Par une analyse croisée des formes de régulation environnementale mises en place dans les trois pays, le livre interroge les formes d'apprentissage collectif développées par les sociétés de la région face à des acteurs extrêmement puissants. Selon une approche de Political Ecology, l'accent est mis sur les interactions entre les modes de territorialisation des entreprises sylvicoles, les conflits environnementaux générés, et la construction historique des savoirs écologiques, afin de rendre compte des processus-clés qui refaçonnent actuellement les représentations et les politiques de l'environnement de cette région.
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Forestación, territorio y ambiente. 25 años de silvicultura transnacional en Uruguay, Brasil y Argentina
Llegaron de Estados Unidos, de España y de Escandinavia primero, del norte de Brasil y de Chile después; compraron enormes superficies de pradera en Uruguay, en la mesopotamia argentina y en Rio Grande do Sul; se presentan como pioneras de un manejo eficiente y sustentable de los recursos naturales y como modelos de una gestión productiva moderna y generosa con la mano de obra rural. Son empresas transnacionales productoras de madera y de pasta de celulosa, responsables en los últimos veinticinco años de una inédita expansión de la "forestación" en tierras de gauchos de a caballo dedicadas a ganadería extensiva hasta los años noventa. Desde los gobiernos y los lobbys agroindustriales se las presentan como prueba de que es posible atraer inversores extranjeros de gran porte sin abdicar la necesidad de controlar sus efectos territoriales y ambientales. Para otros son una de las actividades responsables de la profundización del modelo económico primario y agroexportador del Uruguay y de sus vecinos. Con un enfoque crítico que enlaza geografía e historia, Pierre Gautreau contribuye a un debate aparentemente simple: ¿qué aprenden la sociedad y el Estado del convivir con empresas transnacionales especializadas en la extracción de recursos naturales? Mediante una paciente investigación histórica de la implantación de la silvicultura industrial en la región platina, una deconstrucción de los discursos a su favor, y gracias a un abundante e inédito material cartográfico, se describe cómo las empresas madereras fueron acumulando un gran poder territorial. Con el foco sobre Uruguay, el libro aborda la realidad del sur de Brasil y del este de Argentina, con un enfoque comparativo que permite profundizar en la comprensión de los factores que, en cada país, facilitan o frenan el control social de los cambios territoriales y ambientales. En momentos en que Uruguay discute inéditos proyectos productivos transnacionales como la megaminería, la experiencia regional de la "forestación", por su anterioridad y duración, ofrece una inmejorable oportunidad para reflexionar acerca de los modelos de desarrollo adoptados en la América Latina de principios del siglo XXI. ; La région du Río de la Plata, située aux confins de l'Argentine, du sud du Brésil et de l'Uruguay, s'est transformée en un quart de siècle en un nouveau pôle de production de bois à destination des marchés européen, nord-américain et chinois. La construction de ce nouveau secteur a été l'œuvre d'entreprises transnationales et " translatines ", qui ont trouvé dans ces territoires de l'élevage extensif des conditions foncières, politiques et environnementales idéales durant les années 1990. Elles ont établi sur des terres d'herbages de vastes plantations d'eucalyptus et de pins, et organisé en enclaves leurs systèmes de production de bois et de pâte à papier. Par une analyse croisée des formes de régulation environnementale mises en place dans les trois pays, le livre interroge les formes d'apprentissage collectif développées par les sociétés de la région face à des acteurs extrêmement puissants. Selon une approche de Political Ecology, l'accent est mis sur les interactions entre les modes de territorialisation des entreprises sylvicoles, les conflits environnementaux générés, et la construction historique des savoirs écologiques, afin de rendre compte des processus-clés qui refaçonnent actuellement les représentations et les politiques de l'environnement de cette région.
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Forestación, territorio y ambiente. 25 años de silvicultura transnacional en Uruguay, Brasil y Argentina
Llegaron de Estados Unidos, de España y de Escandinavia primero, del norte de Brasil y de Chile después; compraron enormes superficies de pradera en Uruguay, en la mesopotamia argentina y en Rio Grande do Sul; se presentan como pioneras de un manejo eficiente y sustentable de los recursos naturales y como modelos de una gestión productiva moderna y generosa con la mano de obra rural. Son empresas transnacionales productoras de madera y de pasta de celulosa, responsables en los últimos veinticinco años de una inédita expansión de la "forestación" en tierras de gauchos de a caballo dedicadas a ganadería extensiva hasta los años noventa. Desde los gobiernos y los lobbys agroindustriales se las presentan como prueba de que es posible atraer inversores extranjeros de gran porte sin abdicar la necesidad de controlar sus efectos territoriales y ambientales. Para otros son una de las actividades responsables de la profundización del modelo económico primario y agroexportador del Uruguay y de sus vecinos. Con un enfoque crítico que enlaza geografía e historia, Pierre Gautreau contribuye a un debate aparentemente simple: ¿qué aprenden la sociedad y el Estado del convivir con empresas transnacionales especializadas en la extracción de recursos naturales? Mediante una paciente investigación histórica de la implantación de la silvicultura industrial en la región platina, una deconstrucción de los discursos a su favor, y gracias a un abundante e inédito material cartográfico, se describe cómo las empresas madereras fueron acumulando un gran poder territorial. Con el foco sobre Uruguay, el libro aborda la realidad del sur de Brasil y del este de Argentina, con un enfoque comparativo que permite profundizar en la comprensión de los factores que, en cada país, facilitan o frenan el control social de los cambios territoriales y ambientales. En momentos en que Uruguay discute inéditos proyectos productivos transnacionales como la megaminería, la experiencia regional de la "forestación", por su anterioridad y duración, ofrece una inmejorable oportunidad para reflexionar acerca de los modelos de desarrollo adoptados en la América Latina de principios del siglo XXI. ; La région du Río de la Plata, située aux confins de l'Argentine, du sud du Brésil et de l'Uruguay, s'est transformée en un quart de siècle en un nouveau pôle de production de bois à destination des marchés européen, nord-américain et chinois. La construction de ce nouveau secteur a été l'œuvre d'entreprises transnationales et " translatines ", qui ont trouvé dans ces territoires de l'élevage extensif des conditions foncières, politiques et environnementales idéales durant les années 1990. Elles ont établi sur des terres d'herbages de vastes plantations d'eucalyptus et de pins, et organisé en enclaves leurs systèmes de production de bois et de pâte à papier. Par une analyse croisée des formes de régulation environnementale mises en place dans les trois pays, le livre interroge les formes d'apprentissage collectif développées par les sociétés de la région face à des acteurs extrêmement puissants. Selon une approche de Political Ecology, l'accent est mis sur les interactions entre les modes de territorialisation des entreprises sylvicoles, les conflits environnementaux générés, et la construction historique des savoirs écologiques, afin de rendre compte des processus-clés qui refaçonnent actuellement les représentations et les politiques de l'environnement de cette région.
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Avaliação multicritério da fragilidade do território no Brasil . A silvicultura no Estado do Rio Grande do Sul
In: Territorio della Ricerca su Insediamenti e Ambiente: TRIA ; rivista internazionale di cultura urbanistica, Band 52, Heft 104
ISSN: 2281-4574
Os métodos multicritério de apoio à decisão têm sido aplicados em vários problemas de planeamento territorial e ambiental. A expansão da atividade de silvicultura no estado brasileiro do Rio Grande do Sul é regulada por um instrumento legal de apoio à decisão de políticas públicas denominado Zoneamento Ambiental da atividade de Silvicultura, cujas fundações metodológicas se basearam numa avaliação da fragilidade ambiental do território em relação às externalidades impostas por essa atividade. Tomando como exemplo de referência este instrumento, o presente artigo apresenta uma análise crítica à metodologia de análise multicritério utilizada, ilustrando‑a com base nos principais errosmetodológicos praticados, tais como a má estruturação dos critérios de avaliação, a definição ambígua de descritores de impacto, a não distinção entre a medição de impactos e do seu valor ou o significado real dos coeficientes de ponderação num modelo de agregação multicritério. Em paralelo, através do estudo de um caso, é proposta uma metodologia alternativa baseada na teoria de valor multicritério e um processo de apoio à decisão consistente, fundamentado, transparente e participado. Espera‑se que o presente artigo possa contribuir para o desenvolvimento e aplicação de métodos de análise multicritério de uma forma mais rigorosa e tecnicamente correta, nomeadamente em problemas caracterizados pela existência de competição e de conflitos, entre vários stakeholders, pela utilização dos recursos escassos existentes num determinado território e, em especial, na formulação de novos instrumentos de Zoneamento Ecológico‑Económico no Brasil.
Avaliação das pesquisas e inovações tecnológicas ocorridas na silvicultura e na produção industrial de celulose no Brasil
In: Revista de Economia e Sociologia Rural, Band 47, Heft 2, S. 485-517
ISSN: 0103-2003
O objetivo deste trabalho é analisar a evolução das pesquisas e inovações tecnológicas ocorridas na silvicultura e na produção industrial de celulose no Brasil, dando ênfase aos seus impactos sobre a expansão dessa indústria. Para tanto, são utilizados dados primários e secundários como forma de avaliar os principais tipos de pesquisas e inovações tecnológicas e a importância dessas inovações para a expansão da indústria de celulose no Brasil e sua maior inserção no comércio mundial desse produto. Constata-se que as inovações tecnológicas nas áreas florestal e industrial trouxeram expressivos aumentos de produtividade na silvicultura e na produção industrial de celulose e foram geradas a partir de um intenso processo de interação entre empresas, universidades e governo e implicaram redução no custo de produção da celulose. Esta última elevou a rentabilidade da indústria, causando sua expansão. O trabalho encerra-se analisando os desafios futuros que a indústria de celulose no Brasil terá quanto a pesquisas e inovações visando mantê-la competitiva no cenário internacional.